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“Rosh Hashaná” é o Ano Novo Judaico. 8 a 10 /09

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“Rosh Hashaná” é o Ano Novo Judaico. 8 a 10 /09

Mensagem por Eunice em Qua Set 01, 2010 3:02 am


O primeiro dia é conhecido como “Rosh Hashaná” que quer dizer em hebraico “Cabeça do Ano”. Trata-se de uma festividade alegre, mas ao mesmo tempo, solene, celebrada durante dois dias; junto com a Festa das Trombetas em hebraico “Hag Zikaron Teruah”. “Dize aos filhos de Israel: No sétimo mês, ao primeiro do mês, tereis descanso solene, um memorial com som de trombeta, santa convocação.” (Lv 23:24) (Cf Nm 29:1).
Rosh Hashanah e Hag Zikaron Teruah é celebrado no primeiro e segundo dia do mês de Tishrei e corresponde ao "Ano Novo Judaico". Sua significação, entretanto, é muito mais ampla que a do simples ìnício do ciclo.
À ideia de tempo se unem conceitos de responsabilidade e julgamento, que conferem a esta Festa um aspecto grave e solene. Os preparativos espirituais desta Festa começam já um mês antes, em 1º de Elul . O Toque do Shofar deve servir servir para despertar as nossas conciências ante a iminência do Juízo de D'us. A severa condição que nos imprime a Festa de Rosh Hashanah e Hag Zikarn Teruah nos leva a meditar que está nas mãos do homem escolher o seu destino, ele pode contudo conduzir a sua vida e as forças que o Eterno põe ao seu alcance tanto para o bem, quanto para o mal.
É diante da proximidade do Julgamento Divino, sobre os frutos deste livre arbítrio, que nós invocamos a clemência do Eterno e imploramos o seu socorro.
"Voltai à fortaleza, ó presos de esperança ..." (Zc 9:12a).
O termo “Zikaron Teruah” significa o som (alarme) das Trombetas.
1º. O Som do Shofar, nós temos a obrigação de tocar e ouvir. Maimônides diz que: o Som do Shofar é um chamamento à nossa consciência, cujo objetivo é despertar-nos, dando-nos um impulso inspirador para nos dedicarmos a Torah.
2º. O Som do Shofar nos liberta do engano dos sentidos ou do espírito que faz tornar a aparência em realidade; as quais nós nos perdemos enganados pelo inimigo e levados pelos nossos próprios instintos, que juntos trabalham para encobrir-nos a verdade (Torah).
3º. O Som do Shofar confunde Satanás que tenta nos subjugar e nos derrotar, quando nós nos despertamos para a verdade e para o serviço de D'us.
4º. O Shofar é um instrumento de convocação dos pecadores ao arrependimento.
5º. O Som do Shofar anuncia a vinda do Senhor. (Cf I Co 15:52) (I Ts 4:16-17)
6º. O Som do Shofar anunciará os juízos de D'us. (Cf Ap 8:7, 8, 10, 12)) (Ap 9: 1,13) (Ap 9:11-15)
Bênçãos do Shofar:
“Baruch ata Adonai Eloheinu Melech Haolam, Asher Kedshanu Bemitzvotav vertzvanu lishmoa Kol Shofar. B’Shem Yeshua HaMashiach.
“Abençoado é você Senhor nosso D’us, criador do universo, que nos torna sagrados com suas bênçãos e conclama-nos a ouvir o som do Shofar. Em nome de Yeshua HaMashiach.
“Baruch ata Adonai Eloheinu Melech Haolam, Shehecheyanu Vekinanu V’Higuianu Lazman Hazé. B’Shem Yeshua HaMashiach.
“Abençoado é você Senhor nosso D’us, criador do universo, por nos dar a vida, sustentar-nos e permitir-nos alcançar este momento. Em nome de Yeshua HaMashiach.
A partir do primeiro dia do mês de “Ellul” um mês antes de “Rosh Hashaná” são recitados orações pelos judeus “sefaradin” com uma preparação para o “Grande dia do juízo Divino”; pois, esse dia abre o julgamento decisivo e temeroso dos dez dias que se seguem até “Yom Kippur”.
Em “Rosh Hashaná” o Eterno se coloca em seu trono de juízo onde todas as criaturas passam ante d’Ele como um rebanho de ovelhas. O julgamento vai determinar não somente o nosso destino material, durante o Ano que inicia, como também a avaliação espiritual de cada um segundo os frutos produzidos. “Todo ramo em Mim que não dá fruto Ele corta, e todo ramo que produz fruto Ele o poda, para que produza mais fruto ainda.”( Jo 15:2)
Mas a decisão que o Eterno toma a nosso respeito nesse dia, não é selada até o dia de “Yom Kippur”. Então compreendemos que ela pode ser mudada para melhor no decorrer dos dez dias intermediários. Esses são dias de exame da alma e arrependimento, o que em hebraico significa literalmente “mudar”. Então a ênfase recai não só em sentir-se culpado pelo que tenha feito ou deixado de fazer, mas também “decidir mudar” o estilo de vida anterior que se vinha seguindo e agir de modo diferente no novo ano que inicia. Em “Rosh Hashaná” D'us apresenta-se a nós como rei e isso nos compromete aceitar sua vontade expressa na Torah.
O serviço de “Rosh Hashaná” é seguido em casa por um “Kidush” (cálice com vinho) e uma Festa. A “Chalá” (pão) não é servido em forma de trança como o resto do ano, mas redonda simbolizando o ano que apenas começou. È costume comer o pão mergulhado no mel, a fim de indicar a “Esperança” de que o ano vindouro seja bastante doce. Usam também Maçãs com Mel. Algumas famílias tradicionais comem a cabeça de peixe nesta noite, pois, a palavra “Rosh” significa na verdade a cabeça do Ano.
“Yom Kippur”
Depois do juízo Divino que teve lugar em “Rosh Hashaná”, fixando o destino de cada um para todo o Ano Novo que se segue, um prazo nos é outorgado até o grande e temeroso dia de “Yom Kippur” que sela o juízo.
Esse período de “Dez dias”, entre “Rosh Hashaná” e “Yom Kippur” é designado como os “Dez Dias” de “teshuvá”. Período durante o qual temos que fazer um exame de consciência e passar em revista nossas ações e nossa conduta, procurando ver se elas estão em harmonia com a Vontade do Eterno, expressa em sua palavra. Devemos procurar reparar nossas faltas e buscar a purificação de nossas almas. Assim realizamos uma “teshuvá” completa.
De acordo com a “Midrash”. “O Senhor é a minha luz...” em “Rosh Hashaná”. E em “Yom Kippur” “... é a minha salvação...” (Sl 27:1)
“Yom Kippur” é chamado em inglês “Day of Atonement” (Dia da Expiação) e em português (Dia do Perdão). “Isto vos será por estatuto perpétuo; No sétimo mês, aos dez do mês, afligireis as vossas almas, e nenhuma obra fareis. Nem o natural, nem o estrangeiro que peregrina entre vós”. (Lv 16:29) (Cf Lv 23:27) (Cf Nm 29:7)
Ambas as denominações Dia da Expiação e Dia do Perdão estão corretas, embora as palavras expiação e perdão não signifiquem a mesma coisa.
A palavra “Kippur” contém ambos os sentidos: expiação e perdão. Expiação significa: remissão dos pecados. “Porque nesse dia far-se-á expiação por vós, para serdes purificados. Diante do Senhor sereis purificados de todos os vossos pecados.” (Lv 16:30)
O significado literal: “... far-se-á expiação por vós...” no contexto da Torah é que enquanto o templo existiu o “Cohen Gadol” (Sumo Sacerdote) fazia expiação por Israel inteiro nesse dia, como representante do povo Judaico. Não se deve pensar que durante o serviço do templo o Sumo Sacerdote concedeu obsolvição. As palavras “... sereis purificados perante o Senhor...” indicam que ele apenas oficiava como o representante do povo. O perdão provém somente de D'us.
O profeta Isaías anuncia aquele que faria expiação por nós perante o Eterno. (Cf Is 53:4-11)
O apóstolo João anuncia-o como o Cordeiro de D'us que fará expiação pelos nossos pecados. “... Eis o cordeiro de D'us que tira o pecado do mundo.” (Jo 1:29b)
Assim, por meio d’Ele os homens têm acesso a D'us, reconciliando tanto judeus quanto gentios. “E pela cruz reconciliar ambos com D'us em um só corpo, matando com ela a inimizade. E, vindo, Ele evangelizou a paz a vós que estáveis longes, e aos que estavam pertos. Pois por Ele, ambos temos acesso ao Pai em um mesmo espírito”.(Ef 2:16-18)
As palavras “estatuto perpétuo”. “Será sábado de descanso para vós, e afligireis as vossas almas; é estatuto perpétuo.” (Lv 15:31) (Cf Lv 16:29) (Lv 23:31)
Mostra-nos claramente que a expiação continuará a ser feita por nós. Fazemo-la através do jejum, da oração e da confissão dos nossos pecados tanto individuais como comunitários. Devemos fazê-la como uma “Mitsvot” em obediência ao calendário Bíblico, como está determinado pelo Senhor em sua Torah.
“No dia dez deste sétimo mês será o dia da expiação. Tereis santa convocação, afligireis as vossas almas, e oferecereis oferta queimada ao Senhor.” (Lv 23:27)
A oração de Davi suplicando ao Eterno que purifique o seu ser. (Cf Sl 51:2) (I Jo 1:7-8)
A visão judaica é bem clara quando ensina que em “Yom Kippur” só são perdoados os pecados cometidos pelo homem contra D'us. O pecado contra D'us é pecado deliberado (decidido, proposital, premeditado). A Bíblia deixa bem clara a diferença entre o pecado por ignorância (Cf Nm 15:25-28) e o pecado deliberado. Nós devemos saber discernir entre os dois casos. “Mas a pessoa que fizer uma coisa deliberadamente quer seja dos naturais, quer dos estrangeiros, injúria ao Senhor; tal pessoa será eliminada do meio do seu povo. Porque desprezou a palavra do Senhor, e anulou o seu mandamento, totalmente será eliminada essa pessoa, e a sua iniqüidade será sobre ela”. (Nm 15:30-31)
Exemplo: Pecados dos filhos de Elí. (Cf I Sm 2:25)
Pecado Saul. (Cf I Sm 13:8-14) (I Sm 15:1-26)
“... Rejeitaste a palavra do Senhor e Ele te rejeitou...”. (I Sm 15:26b)
Os pecados cometidos pelo homem contra os seus semelhantes, não serão perdoados por D'us, até que tenha sido perdoado pela pessoa contra quem foi cometido.
As palavras: “... é um sábado solene para vós...”. (Lv 16:31) mostra-nos que todas as leis que se aplicam ao “Shabat” com referência ao trabalho aplicam-se também ao “Yom Kippur”, e que devemos flagelar nossas almas pelo jejum. O propósito do jejum nesse dia não é por sinal de luto como acontece com “Tisha B’Av”. (9º dia de Av); mas sim o purificar de nossos pensamentos e buscar a graça e a misericórdia do Eterno em nosso favor.
No encerramento do dia de “Yom Kippur”, pronunciamos o:
“Shemá Israel, Adonai Eloheinu, Adonai Echad”
(Ouve, ó Israel, O Eterno é nosso D'us, o Eterno é único)
Três vezes se repete:
“Baruch Shem Kvod Malchutei Leolam Vaed”
(Bendito seja o nome daquele cujo glorioso nome é Eterno)
Por sete vezes seguidas se pronuncia a profissão de Fé:
“Adonai Hu HaElohim”
(Só o Eterno é D'us)
Faz-se então o toque do Shofar, que é pronuncio a “Redenção Final” ao acompanhamento da proclamação de:
“Leshaná Habá B’Yerushalaím”
(No ano vindouro em Jerusalém)
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