Últimos assuntos
» 666
Seg Jun 26, 2017 9:58 pm por Gessimiel

» Pena de morte para bandidos
Seg Jun 19, 2017 6:50 am por Isaque palazon

» Os 7 (sete) Espíritos de YHWH
Qua Fev 22, 2017 12:16 am por azzi

» Apresente-se aqui
Qua Nov 23, 2016 2:40 pm por Paulo Henrique Gasparino

» Viver em Israel - Imigração
Dom Nov 20, 2016 1:43 pm por Oziel rodrigues

» Judeus Messiânicos e suas heresias.
Sex Out 21, 2016 6:59 am por EderTe

» A "Fé Evangélica" é genuinamente bíblica?
Ter Out 18, 2016 9:35 pm por Roberto Gavazza

» 2 samuel 24:1 x 1 cronicas 21:1
Ter Out 18, 2016 7:17 pm por Roberto Gavazza

» Bnei Noach
Ter Out 18, 2016 3:27 pm por Roberto Gavazza

» Decifrando o Apocalipse
Ter Out 11, 2016 11:05 pm por Gessimiel

Menu
  Add a Favoritos

  Home Page

  Regras do fórum

  Portal

  Fórum

  Registre-se

  Quem somos

  Normas e Dicas

  Estudos biblico

  Mapa de Israel

  História de Israel

  Aula de Hebraico

  Dicionário biblico

  Biblia em Hebraico


Calendário biblico
Estatísticas
Temos 4255 usuários registrados
O último usuário registrado atende pelo nome de Gibassan

Os nossos membros postaram um total de 16978 mensagens em 1199 assuntos

O mapa do desvio da Igreja

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo

O mapa do desvio da Igreja

Mensagem por Convidad em Sex Nov 16, 2012 2:34 pm

para todos!

No ano de 312, após a vinda do Mashiach, Constantino, imperador romano, se “converteu” ao cristianismo e avocou o direito de representar toda a igreja do Mashiach Yeshua.
Gradativamente esta liderança romana começou a desviar a igreja das suas raízes e expressar a sua real intenção, a de usar este poder para alcançar metas meramente relacionadas com interesses deste mundo.
A igreja que havia sido separada do mundo para servir a D’us, voltou para o mundo para servir os interesses de homens políticos e ambiciosos.
A primeira coisa a fazer foi afastar a igreja de Israel e da cultura bíblica judaica, voltando as atenções para Roma e para a cultura greco-romana. O segundo passo foi o sincretismo religioso, que trouxe para a igreja os símbolos, as festividades e os costumes pagãos disfarçados por uma aparência “cristã”, a fim de ‘converter” o maior número de pessoas.
Na verdade, esta estratégia tinha a intenção de conquistar o maior número de adeptos para a nova religião, a fim de que fosse consolidado o poder temporal desta organização.

Foi justamente nesta época, que as primeiras sementes do anti-semitismo moderno foram semeadas. Israel, Jerusalém e a cultura bíblica judaica teriam de ser colocadas de lado, para que Roma e um pseudo-cristianismo emergissem. Esta igreja romana fez na verdade uma reforma no paganismo, substituindo ídolos e costumes pagãos antigos por novos ídolos e costumes, que embora tivessem uma aparência nova, tinham suas raízes na idolatria e nos costumes mundanos.

Traçando de forma resumida o desvio, destaca-se o Concilio de Nicéia, onde Marcião afirmou que qualquer cristão que possuísse símbolos judaicos seria cúmplice da morte de Yeshua.
Após isto, investiram em Roma como o “Israel de D’us”. Crisóstomo colocou a base para a falsa doutrina da substituição, ao afirmar que a igreja romana (cristãos) era o verdadeiro Israel de D’us e consequentemente o povo judeu perdera este direito ao rejeitar o Mashiach (Messias). Veremos adiante que esta doutrina não tem fundamentos bíblicos, porque segundo a Palavra de D’us, o povo judeu, embora seja punido quando é desobediente ao Eterno, nunca será rejeitado completamente.

Em 431 é instituído o culto a Maria (mariolatria), curiosamente no concílio de Éfeso, cidade da Ásia, que antes de se converter ao cristianismo tinha o maior culto a uma entidade feminina, conhecida como Diana dos efésios.

Em 454, através de concilio, o Papa Xisto IV substitui o sábado (shabat) pelo domingo, como se um sacramento instituído por uma organização humana pudesse substituir um estatuto perpétuo do Eterno.

Em 787 começou o culto ás imagens e o cristianismo desceu a um nível lastimável, cometendo algo que é abominável para D’us, a idolatria. Mais enganos foram introduzidos, como a festa do Natal que está destituída de qualquer respaldo bíblico e histórico, porque Yeshua nasceu entre setembro e outubro, na Festam de Sucot (tabernáculos), segundo o turno dos sacerdotes, que é calculado a partir de Zacarias, o pai de João, que ficou conhecido como João Batista.

Mil e quinhentos anos de desvios, até que Martinho Lutero, um sacerdote católico agostiniano, com o apoio dos príncipes da Alemanha, guiou a reforma protestante.
Como o próprio termo usado, Martinho Lutero fez uma reforma, e longe do caráter de uma Restauração, manteve muitas doutrinas romanas na sua nova teologia e em especial na forma de ver o povo judeu.
É inegável o valor da reforma, pois abriu um espaço para mudanças e trouxe mais uma vez vida para a igreja do Mashiach. Eliminou também a idolatria, que como já foi mencionado é uma abominação para o Eterno, o nosso D’us.

Mas não foram apenas benefícios, pois Martinho Lutero também contribuiu bastante para anti-semitismo, e ao invés de levar a igreja de volta para Israel, ficou no meio do caminho, trazendo prejuízos à geração atual.
Se a igreja romana fez uma reforma no paganismo, poderíamos dizer que Martinho Lutero fez uma reforma na igreja romana, que ficou conhecida como a reforma protestante. A partir daí a igreja do Mashiach fez inúmeras outras reformas, e vive em nossos dias uma multiplicidade de estilos, doutrinas, teologias e costumes.

Chegamos à conclusão de que não há mais lugar para reformas, pois como Yeshua disse certa vez, não se costura remendo de pano novo em veste velha, nem se põe vinho novo em odres velhos, pois em ambos os casos, tanto o pano novo como o vinho novo, são desperdiçados (Marcos 2:21,22).
Agora é tempo para restaurar, retornar às raízes bíblicas judaicas e ter o referencial correto, ou seja, a Palavra de D’us no contexto original e o exemplo da Igreja do primeiro século.

Que o Eterno nos abençoe e nos guarde dos erros desta geração!


O famoso Concílio de Nicéia (325 d.C.), com sua teologia que considerou “heresia” toda a forma de judaísmo, estabeleceu as bases e as leis que deram forma e construíram a IDENTIDADE DO CRISTIANISMO.

O Concílio de Antioquia (341 d.C.), PROIBIU OS CRISTÃOS (os do Partido do Messias, os gentios crentes), de celebrarem a Páscoa com os judeus, alterando a data e a liturgia da celebração.

O Concílio de Laodicéia (364 d.C.), PROIBIU OS CRISTÃOS (os do Partido do Messias, os gentios crentes) de observarem o Shabat (Sábado do Senhor), oficializando o domingo como o ‘Dia do Senhor’, em contrapartida.

Algumas das declarações dos chamados "pais da igreja":

Justino Mártir: 100 - 165
Acusou os Judeus de iniciarem a matança de Cristãos.
"Se alguém, por fraqueza de espírito, resolver observar as instituições como foram entregues a Moisés, e das quais esperam alguma virtude, mas que julgamos terem sido indicadas em razão da dureza dos corações, juntamente com sua esperança neste o Messias, e desejarem cumprir os eternos e naturais atos de justiça e piedade, mas optam por viver com os Cristãos e os fiéis conforme declarei anteriormente, não os introduzindo a serem circuncidados como eles próprios, ou a observarem o Shabat, ou a observarem qualquer outra cerimônia, sou da opinião que nos devemos reunir a eles e nos associarmos a eles em todas as coisas, como parentes e irmãos.”

Marcion: 110-160
“Qualquer Cristão que utilizasse um símbolo judaico, um nome judaico, ou realizasse qualquer celebração judaica, seria considerado cúmplice da morte de o Messias juntamente com os Judeus.”

Orígenes: 185-254
Acusou o povo Judeu, dizendo que eles conspiravam para matar os cristãos;

Eusébio: 265-339
Disse que os Judeus costumavam matar as crianças dos cristãos nas cerimônias anuais..
"As escrituras judaicas são destinadas aos cristãos e não aos Judeus";

St Hilary de Potiers: 300 – 367
Disse que os Judeus eram um povo perverso, amaldiçoado por D’us;

St Ephraim: 306 – 373
Difamava os Judeus chamando de prostíbulos as suas sinagogas;

São Jerônimo (Tradutor da Vulgata): 325-378
Disse que os Judeus não são capazes de compreender as escrituras e devem ser perseguidos severamente até serem forçados a confessar a verdadeira fé;

Crisóstomo 347-407 (bispo de Antioquia -escreveu oito sermões contra o povo Judeu):
"As sinagogas são zonas de meretrício e teatro, cheio de ladrões e bestas selvagens. Os Judeus são culpados da morte de o Messias".
"Não há expiação para o povo Judeu. Deus sempre os odiou. Os Cristãos devem odiá-los porque eles foram assassinos de o Messias e são adoradores de satanás".

Sto Agostinho: 354 - 430
"Os Judeus e a nação de Israel são apenas testemunhas da verdade do cristianismo, serviram apenas para deixar o legado da fé e da verdade cristã. Agora deveriam estar em constante humilhação quanto ao triunfo da Igreja sobre a sinagoga. Não há salvação para os Judeus. Eles já estão perdidos de qualquer forma."
"O judaísmo é uma corrupção e os Judeus devem ser escravizados".

St Cyril: 827 - 869
Deu aos Judeus a escolha de exílio, apedrejamento ou conversão.

Tomás de Aquino: , 1225 - 1274
Perpetuou a perversa teoria de Sto Agostinho.

Lutero: 1483-1546 - Publicou um folheto intitulado: “Os Judeus e as Suas Mentiras(1543)”
"Os Cristãos devem queimar as sinagogas e os Judeus. Devem tirar os livros e os Talmudes deles, pois esses contém só mentiras e blasfêmias. Devem ameaçar de morte os rabinos que ensinem. Devem proibir os Judeus de viajar. Devem obrigar os Judeus a trabalhar em serviço manual e não adquirirem profissão".
"Os Judeus são arrogantes, teimosos e de coração de ferro como demônios".
{Martin Luther, "On the Jews and Their Lies" (1543), Traduzido por Martin H. Bertram, editado por Franklin Sherman, vol.47, pp. 121-306, em Luther's Works, de Jaroslav Pelikan e Hehnut T. Lehmann ( Filadelfia,. Fortress Press e St. Louis, Concórdia Publishng House, 1962-1974).
Abaixo um excerto das pp. 268-278:
"Que faremos, nós Cristãos, com este povo rejeitado e condenado, os Judeus?".
...Vou dar-lhes o meu conselho sincero: primeiro, atear fogo às suas sinagogas, em honra ao nosso Senhor e à cristandade, de modo que Deus veja que somos Cristãos... Aconselho que as suas casas sejam arrasadas e destruídas...Aconselho que os seus livros de orações e escritos talmúdicos lhes sejam arrebatados...Aconselho que seus rabinos sejam proibidos de ensinar, sob pena de perderem a vida e serem mutilados...Acreditamos que o nosso Senhor Yeshua o Messias dizia a verdade ao falar sobre os Judeus que não O aceitaram e O crucificaram: "Sois uma raça de víboras e filhos do demônio...".
Sobre os judeus e suas mentiras (do alemão Von den Juden und ihren Lügen) é um tratado escrito em Janeiro de 1543 pelo teólogo protestante Martinho Lutero em que defende a perseguição contra os judeus, a destruição de seus bens religiosos, assim como o confisco do seu dinheiro.
Ainda que inicialmente Lutero tenha tido uma visão mais favorável dos judeus, a recusa destes a se converter ao movimento protestante que se iniciara, levou Lutero a adotar diversas acusações e incentivar a um anti-semitismo que, juntamente com outras obras e idéias, pode ter servido de base ao nazismo (o texto foi citado pelos nazistas durante o Julgamento de Nuremberg para justificar a Solução Final). Fonte: Wikipedia.
avatar
Convidad
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O mapa do desvio da Igreja

Mensagem por Juliebert em Sex Nov 16, 2012 4:38 pm

Eu particularmente não creio que Martinho Lutero tenha dito isso já que com a contra-reforma muitos de seus textos foram adulterados e até mesmo acrescentados,mas também não posso afirmar com certeza porque ele era alemão e sabemos que este povo,não todos,porém a grande maioria, tem um ''gene'' contra Judeus.Mas como evangélico nunca tive nenhuma aversão a essa raça pelo contrário desde pequeno sempre fui ensinado a amar e orar por Israel e pelo seu povo pois como a própria Bíblia afirma:
'' Vós adorais o que não sabeis; nós adoramos o que sabemos porque a salvação vem dos judeus.
João 4:22''

Com certeza muita coisa foi distorcida,e a nação que deveria ser amada por todos foi transformada em objeto de repulsa a muitos,não só na relação de Judeus-Cristãos mas também Cristão-Cristão pois com tantas igrejas que surgem a cada dia ,uma querendo ser melhor que a outra,o evangelho genuíno acabou sendo diluído e a comunhão que deveria ser a marca do cristão se tornou em concorrência pois cada um quer vender mais seu produto seja: rosa ungida,caneta ungida,cajado de Moises,lenço da benção,sal grosso e vários outros e o que tanto se lutou no passado contra indulgencias virou a febre da atualidade.Sem esquecer dos cristãos frágeis de hoje que levam o texto "Sal da terra'' no sentido literal e na primeira tempestade de provação abandonam a fé,se deixando levar pela água do inimigo.
Entretanto por outro lado fico feliz pois sei que assim a palavra de D'us tem se cumprido pois a mesma afirma:
“Ora, o Espírito afirma expressamente que, nos últimos tempos alguns apostatarão da fé, por obedecerem a espíritos enganadores e a ensinos de demônios.” 1 Timóteo 4.1
É aproximado o tempo do fim,e sei que muito em breve Yeshua irá retornar.Minha oração é que esta situação venha mudar,e que vidas sejam verdadeiramente salvas,e o povo de D'us seja mais uma vez unidos,como no passado na igreja primitiva!

A paz a Todos

avatar
Juliebert
Membro
Membro

Mensagens Mensagens : 41

Idade Idade : 21

Cidade Cidade : Pirenópolis

País País : Brasil

Inscrição Inscrição : 10/11/2012

Religião Religião :
  • Evangélico


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O mapa do desvio da Igreja

Mensagem por Convidad em Sex Nov 16, 2012 6:50 pm

para todos!

"A campanha contra os judeus de Lutero foi bem sucedida na Saxónia, Brandenburg, e Silésia. Josel de Rosheim (1480-1554), que tentou ajudar os judeus na Saxónia, escreveu em seu livro de memórias a situação de intolerância foi causada por "(…) esse sacerdote cujo nome é Martinho Lutero - (…) seu corpo e alma vinculada até no inferno!! - que escreveu e publicou muitos livros heréticos no qual disse que quem ajudasse judeus seriam condenados à perdição."[30] Josel teria pedido a cidade de Estrasburgo para proibir a venda das obras antijudaicas de Lutero; porém seu pedido foi-lhe negado quando um pastor luterano de Hochfelden argumentou em um sermão que os seus paroquianos deviam assassinar judeus. O anti-semitismo de Lutero persistiu após a sua morte, ao longo de todo o ano 1580, motins expulsaram judeus de vários estados luteranos alemães.[27][31]
A opinião predominante[32] entre os historiadores é que a sua retórica antijudaica contribuiu significativamente para o desenvolvimento do anti-semitismo na Alemanha,[33][34][35][36][37] e na década de 1930 e 1940 auxiliou na fundamentação do ideal do nazismo de ataques a judeus.[38] O próprio Adolf Hitler em sua autobiografia Mein Kampf considerou Lutero uma das três maiores figuras da Alemanha, juntamente com Frederico, o Grande, e Richard Wagner.[39] Em 5 de outubro de 1933, o Pastor Wilhelm Rehm de Reutlingen, declarou publicamente, que "Hitler não teria sido possível, sem Martinho Lutero".[40] Julius Streicher, o editor do jornal Nazista Der Stürmer, argumentou durante sua defesa no julgamento de Nuremberg "que nunca havia dito nada sobre os judeus que Martinho Lutero não tivesse dito 400 anos antes".[41] Em novembro de 1933, uma manifestação protestante que reuniu um recorde de 20.000 pessoas, aprovou três resoluções:[42]

Adolf Hitler é a conclusão da Reforma;[42]
Judeus Batizados devem ser retirados da Igreja;[42]
O Antigo Testamento deve ser excluído da Sagrada Escritura.[42]"


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Martinho_Lutero#Anti-semitismo
avatar
Convidad
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O mapa do desvio da Igreja

Mensagem por Juliebert em Sex Nov 16, 2012 9:41 pm

Incrível,disso eu não sabia;

Apesar de tudo creio que a tentativa de Lutero foi em vão,já que segundo o artigo "Amor não correspondido'' de STUART SCHWARTZ diz que os evangélicos hoje são o grupo que mais apoia os Judeus,veja os trechos a seguir:

''O Cristianismo continua a pôr de lado uma longa história de antissemitismo, para se investir do que os evangélicos, cada vez mais influentes, veem como uma perspectiva divina do povo judeu. O manual de teologia evangélica mais popular em voga é bastante direto em sua instrução aos crentes: reverenciar e respeitar o lugar especial dos judeus, do Judaísmo e de Israel no plano de D'us para a humanidade''

''Os evangélicos são dramaticamente mais simpáticos a Israel do que os quase seis milhões de judeus americanos que, de acordo com a Pesquisa Populacional Judaica Nacional''

''Israel e os judeus "não têm maiores amigos e aliados" do que a comunidade de 70 milhões de cristãos evangélicos dos Estados Unidos - amigos melhores, na verdade, do que boa parte da comunidade judaica americana.''

o restante do artigo se encontra em: midiasemmascara.org/artigos/religiao/11394-amor-nao-correspondido-evangelicos-e-judeus.html

Há também outros textos que dizem o mesmo:

''Contrariando essas tendências perturbadoras, a maioria dos cristãos evangélicos tem um sentimento de gratidão e reconhecimento pelo que nos foi legado através do povo judeu: o Salvador, a Bíblia e a herança espiritual''

''Os evangélicos não sentem nenhum mal-estar pelo fato de Yeshua de Nazaré ter sido judeu. Além do mais, Sua origem étnica tem uma influência tremenda na nossa visão das Escrituras e no modo como elas devem ser interpretadas.''

''Mas a grande maioria dos evangélicos aceita que os propósitos estabelecidos por D'us para Israel e o povo judeu são irrevogáveis.''

Fonte:beth-shalom.com.br/artigos/povojudeu.html

Realmente muitas tentativas ocorreram até mesmo dentro do protestantismo para tentar apagar a marca Judaica que carrega o Cristianismo. Mas depois de uma breve olhada na Bíblia é impossível ceder a essa doutrina,e como o protestantismo pregou tanto a analise das Escrituras acabaram tentando "tampar o sol com a peneira'' já que a Palavra deixa evidente a importância dos judeus para todos cristãos.

E apesar de esse carisma não ser retribuído por grande parte dos Judeus ainda assim os cristãos evangélicos não generalizando é claro,mas pelo menos a sua maioria ainda reconhece a sua função descrita em Salmos 122:6:

''Orai pela paz de Jerusalém; prosperarão aqueles que te amam.''

Fique na Paz!

avatar
Juliebert
Membro
Membro

Mensagens Mensagens : 41

Idade Idade : 21

Cidade Cidade : Pirenópolis

País País : Brasil

Inscrição Inscrição : 10/11/2012

Religião Religião :
  • Evangélico


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O mapa do desvio da Igreja

Mensagem por Convidad em Sex Nov 16, 2012 11:03 pm

Shabat para todos!

Olá Juliebert:

Aqui está uma palestra sobre esta questão:
http://www.torahweb.net/t1434-tipos-de-superssessionismo

O "carisma" pode ser um bom começo, mas também pode ser um perigo por causa do sentimento de superioridade da igreja em relação a Israel: o "carisma" na verdade se torna uma "compaixão", como se Israel fosse um "pobre coitado", que carece do amparo do cristianismo.

avatar
Convidad
Convidado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Re: O mapa do desvio da Igreja

Mensagem por Conteúdo patrocinado


Conteúdo patrocinado


Voltar ao Topo Ir em baixo

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo


 
Permissão deste fórum:
Você não pode responder aos tópicos neste fórum